A ÚLTIMA CEIA
A última ceia é exposta nos evangélicos como uma refeição pascal. A refeição foi tomada antes da celebração e Jesus foi crucificado.
A ceia do Senhor é um memorial que deve ser mantido vivo até que o Senhor retorne. O ensino sobre a última ceia faz com que a mesma seja um memorial tanto da morte libertadora de Cristo como da expiação.
Leia I Cor. 11:23-26
Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor até que Ele venha."
Como devemos participar da santa ceia?
"Aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se o homem a si mesmo e assim coma do pão e beba do cálice. Pois que come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si. Eis a razão por que há entre vós muitos fracos e doentes e não poucos que dormem."
Em Cristo, temos o nosso libertador, nossa expiação.
O cristão deve pôr de lado o antigo fermento do pecado, da corrupção, da malícia e da desobediência, substituindo-o pelos pães asmos da sinceridade e da verdade. A santificação faz parte da vida de um cristão.
Em Cristo encontramos a libertação de nossa velha vida com sua escravização ao pecado. Em Cristo os homens podem se tornar filhos de Deus.
Quando Jesus participou da última ceia com seus discípulos disse-lhes: "Este é o meu sangue, o sangue da aliança, derramado em favor de muitos, para remissão dos pecados."
E tendo cantado um hino saíram para o monte das Oliveiras. (Mt 26:30)
Meu Jesus cantou e também orou antes do seu cativeiro. (Mt 26:36)
Jesus orou por três vezes, repetindo as mesmas palavras. (Mt 26:44)
Muitas vezes estamos passando pelo abismo e as dificuldades são tantas que nos esquecemos de cantar e orar. Mas é neste momento de aflição que temos que cantar e orar, assim como nosso Mestre o fez.
Jesus se entristeceu também (Mt 26:38): "A minha alma está profundamente triste até à morte..."
Mas Jesus não desistiu e enfrentou todas as dificuldades com solidez e sensatez e foi até a morte da cruz para que chegasse até nós a salvação.
Este é o cordeiro que tirou o pecado do mundo e por amor à humanidade, cumpriu o plano de resgatar o homem.
Não podemos fazer comum este sacrifício de amor, porque Ele tinha todos poderes para acabar com os seus inimigos e não os usou. Entregou-se como um cordeiro mudo para que hoje recebêssemos a salvação crendo no seu nome. O sangue de Jesus nos lavou e nos purificou.